Naquela noite, após o debate, eles revezaram quem ficaria em
vigia. Quando o primeiro raio de luz tocou o solo eles já estavam na estrada -
parando apenas para fazer refeições. No final da tarde sentiram uma presença
estranha, fora da estrada, vinda de um rochedo
montanhoso.
- Vocês sentiram? – Disse Castiel.
- Sim. – responderam eles.
Rufus, curioso, perguntou:
- Deveríamos?
Desde que não nos tome muito tempo – disse Castiel – Temos que chegar a Murmar o quanto antes.
- Sim. – responderam eles.
Rufus, curioso, perguntou:
- Deveríamos?
Desde que não nos tome muito tempo – disse Castiel – Temos que chegar a Murmar o quanto antes.
E assim foram investigar. Seguindo a fonte da presença,
aproximaram-se de uma grande parede rochosa. A princípio não encontraram nada,
até que Graco sentiu um vento vindo por uma rachadura, então começaram a
procurar por uma entrada ou uma abertura maior que os levasse para dentro do
rochedo. Encontraram uma abertura na parede escondida atrás de uma grande
pedra, na encosta do rochedo. A abertura não era muito grande e um a um eles
entraram. Havia uma escada esculpida na rocha, que descia abaixo do solo.
Alguns degraus mais tarde, chegaram ao fim da escada e se depararam com uma
grande fonte subterrânea. Estava escuro, porém como a luz do dia entrava pelas
aberturas em algumas rochas, eles conseguiam ver a beleza da fonte que reluzia sob
os raios de sol.
Eles haviam encontrado um Cray, um local de poder,
onde a energia flui e se aglutina em Quintessência sólida, podendo ser retirada
com algum tempo de meditação e conhecimento. Alguns deles dispõem de uma quantidade
grande de poder. Os magos muitas vezes travam guerras cruéis por Crays
poderosos, de modo que a fonte que você possui hoje pode ser o local em que
você morrerá amanhã...
A energia que sentiam
vinha dessa fonte, que irradiava uma sensação de tranquilidade a todos que
estavam próximos. Os três ficaram felizes em encontrar um Cray, mas o tempo que tinham era curto, sabiam que essa fonte
deveria estar sendo protegida (assim como várias outras), e não deveriam
demorar muito naquele lugar.
Aquela fonte estava
sendo protegida, por olhos atentos e sombrios, escondido nas sombras,
observando cada movimento dos três.
Saíram da caverna, felizes, e voltaram para a estrada
conversando sobre a beleza e a tranquilidade do lugar. Porém, antes de chegarem
à estrada, ao cair da noite, viram uma criatura estranha andando nas árvores
perto deles. Os três ficaram a postos, com as armas em mãos, mas a criatura
ignorou-os e seguiu seu rumo.
Era uma criatura grande, do tamanho de um urso e tão peluda quanto, andando sobre duas patas. Possuía dois grandes chifres, e isso foi tudo o que conseguiram ver dela, que seguia na direção oposta e desapareceu por entre as árvores. Aquela noite eles não pararam para dormir.
Era uma criatura grande, do tamanho de um urso e tão peluda quanto, andando sobre duas patas. Possuía dois grandes chifres, e isso foi tudo o que conseguiram ver dela, que seguia na direção oposta e desapareceu por entre as árvores. Aquela noite eles não pararam para dormir.
Até aquele momento, nenhum dos
três tinha visto algo parecido com aquilo, tal monstruosidade gerou conversa
até chegarem a Murmar, quando avistaram
o mercado principal.


